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Friday, June 29, 2012

Maldição Top Gun: Divórcios à Distância

Katie Holmes esperou que Tom Cruise estivesse em filmagens na Islândia para interpor o pedido de divórcio, a 29 de Junho de 2012.

Será esta a maldição Top Gun, agora que a sequela já está em pré-produção? É que Joanne Whalley, em 1996 Whalley-Kilmer, também esperou que o marido Val fosse para a Indonésia filmar A Ilha do Dr. Moreau, antes de ir ao tribunal divorciá-lo.


Tom e Kate deslaçam o nó


Katie Holmes esperou quase seis anos para ter coragem de separar-se de Tom Cruise. Casou com o actor mais influente do mundo em 2006 e ambos caíram em desgraça. Ele, por dar a cara pela Cientologia, saltar no sofá da Oprah e insultar Brooke Shields, ela por ser uma catraia sem talento a dar o golpe do baú, versão da frigideira para o lume.


Desde então, a carreira dela não pegou (ainda está por entender-se a substituição por Maggie Gyllenhall em The Dark Knight, 2008) e a dele andou tremida até 2009, onde aguentou, no limite, a Valquíria, em 2010 fez uma comédia de espiões com Cameron Diaz onde ambos foram considerados velhos para o público-alvo e só em 2011 pôde respirar de alívio, quando a sua quarta Missão Impossível funcionou em pleno. Haverá, claro, quem recorde o seu cameo em Tempestade Tropical (2008), que lhe trouxe algum reconhecimento, tendo repetido o papel de careca gorducho e dançarino de hip hop no MTV At The Movies, mas não foi redenção suficiente.


O casamento chega agora ao fim, com Katie a esperar que Tom se ausentasse em filmagens na Islândia (não havia nada mais longe) para oficializar o pedido de divórcio e de custódia da filha Suri. Filha essa que, toda a gente (que não se deixou aldrabar) sabe, nem é dele, mas do anterior namorado dela, Chris Klein. Sim, ela separou-se de Chris já de embrião na pança e Tom disse que não se importava, já tinha dois putos adoptados, este até podia passar por biológico. Como se devem lembrar, a bebé Suri nasceu três meses prematura, mas ninguém pôde vê-la durante os primeiros três meses de vida. Porquê? Porque a bebé nasceu ao fim de nove meses e era grande demais para que alguém acreditasse que tanta balofice era tão prematura. E, sim, a bebé é a cara chapada de Chris Klein.


Tuesday, May 15, 2012

Cynthia Rothrock

Com a beleza de uma dona de casa e a agilidade de uma acrobata, Cynthia Rothrock brilhou durante duas décadas como a incontestada e carismática, se não única e emblemática, rainha dos B-movies de artes marciais da era do VHS. Pequena e de rabo gordo, sem cabos nem duplos, enfrentava redes criminosas e esmagava ameaças juntamente com os cereais do pequeno almoço.

Agora que anda aí Gina Carano a fazer de forte e muitas outras a fazerem de conta, convém recordar esta pioneira das artes marciais, actualmente com 55 anos, que tem cinturões negros em seis diferentes artes marciais e foi campeã de katas por cinco anos consecutivos, de 1981 a 1985. Co-proprietária de um dojo de artes marciais em Studio City, já não filma desde 2004, mas tem um currículo com 47 filmes.



Rebecca Hall


No Vicky Cristina Barcelona, toda a gente se babava pela Scarlett Johansson como se esta fosse a reencarnação da Marilyn Monroe ou fazia alusões a como Penelope Cruz é uma actriz surpreendente e eu perguntava-me porque é que ninguém conseguia ver que a recatada Rebecca Hall era o único diamante em bruto que ali estava. 

Sunday, May 8, 2011

Teri Hatcher

Acabei de rever a Teri Hatcher num episódio do MacGyver. Ela era a minha favorita personagem recorrente (entrou em seis episódios, entre 1986 e 1990), Penny Parker, jovem indefesa antes de ser dona de casa desesperada. Voluntariosa e constantemente a fazer beicinho, tinha de ser salva de si própria e dos malfeitores do costume, quando não era de Murdock, o nemesis do herói.


Entretanto, foi Lois, ao lado de Clarke (1993-1997). E no Tango e Cash (1989) era irmã do Stallone.


Wednesday, April 20, 2011

Jennifer Crystal


A mulher do Dr. Taub, na série House, é filha de Billy Crystal, na vida real.

Monday, March 28, 2011

Tricia Helfer: Mente-me Season 3

Acho que nunca tive tanta inveja como ao ver o Dr Lightman a beijar a Tricia Helfer, ainda agora na 3a temporada do Mente-me.


Wednesday, December 16, 2009

Cynthia Rhodes

Já repararam como, quando googlam fotos de estrelas/artistas de outros tempos, ou as primeiras fotos são deles envelhecidos ou então é gente que caiu no esquecimento?

Cynthia Rhodes é daquelas caras que nunca chegaram a vencer e se eclipsaram. Cantora, bailarina e actriz nos êxitos Flashdance, Dirty Dancing e Staying Alive: A Febre Continua, maravilhou-nos com a sua dança mas quem brilhou nesses filmes foram Jennifer Beals, Jennifer Gray e Finola Hughes, respectivamente.

Recusou repetidamente posar para a Playboy e Stallone chegou a comentar (ele dirigiu-a em Staying Alive) que ela mais depressa deixaria a indústria a fazer algo que envergonhasse os pais.

Chegou a ser vocalista da banda glam rock Animotion, mas o grupo desfez-se pouco depois

Em 1989 casou-se com Richard Marx e foi o fim da sua carreira. Tiveram 3 filhos. Como curiosidade, ela é 7 anos mais velha que ele.



bruce lee em bronze na walk of the stars, hong kong

Monday, April 27, 2009

who watches the watchmen



Em 2005, o realizador ia ser Darren Aronofsky, que desistiu para ir fazer The Fountain. Em 2006 Paul Greengrass saltou fora para dirigir Bourne Ultimatium. Agora é Zach Snyder quem está ao leme, e as filmagens já começaram.

A ver vamos. Esta adaptação já anda emperrada desde 2001.

http://www.imdb.com/title/tt0409459/

age x3

papel químico

Fernando e Lorenzo Lamas - progenitor e progeni ...

Adam Arkin / George Clooney





Sempre achei que o actor Adam Arkin se parecia com um George Clooney mais abatido, mais envelhecido, como se fosse o irmão mais feio de Clooney. No filme Michael Clayton, Clooney parece uma sombra da imagem de virilidade que uma vez transmitiu, e ainda mais ares dá ao Arkin.

Concordam?

Pelo menos, são muito mais parecidos do que estes irmãos verdadeiros

i knew i knew her - madeline zuma


Californication, 1º episódio.

O actor David Duchovny encontrou o paraíso. Não há quase actriz que entre nesse episódio que não apareça em topless. Nós vimos, mas ele tocou. Perco-me.

Back on track. Aos 00:16:13:45 de duração (valor aproximado), aparece uma actriz alta, graciosa, a ler um livro numa livraria. Troca duas palavras com Duchovny, salta para a cama com ele, expõe um corpo de curvas resplandecentes e deixa-me de queixo descaído.

Ela era assim tão boa ou tens estado em cativeiro, perguntarão? A resposta passa um pouco pela primeira hipótese, mas mais por uma terceira opção, ainda não revelada ao grande público.

A actriz em questão não me era estranha. Onde tinha eu já visto aquele rosto? Outros corpos curvilíneos e algumas piadas mais ou menos engraçadas tentaram distrair o meu cérebro mas, apesar de minimizada, a janela de busca continuava em acção. Sete minutos mais tarde, a actriz já não tinha como esconder-se de mim. Antes de voltar a aparecer na última cena (e ela afinal é uma presença regular na série), estava catalogada!

Lembram-se da sitcom A Nanny, com Frann Drescher, sobre uma cabeleireira de Queens que ia fazer de ama de uma família da 5th Avenue? Grace Sheffield, a filha mais nova, chama-se Madeline Zima e... para bem dos nossos pecados, cresceu. Cresceu e desenvolveu-se. Com apenas 16 anos, cá está ela a mostrar que a Showtime é uma boa produtora televisiva.

Staying Alive 1983



Staying Alive é um daqueles filmes muito mas muito maus, pelo qual eu não sou capaz de evitar um certo carinho. 

Primeiro, é dos primeiros filmes que me lembro de ver no cinema (descontando filmes infantis e o semi-infantil ET, um ano antes) e nessa altura para mim o cinema era uma Caixa de Pandora, o que quer que saísse de lá de dentro deixava-me os olhos brilhantes. 

Depois tinha como pano de fundo a dança moderna e eu bebia todos aqueles movimentos coordenados à Leroy Johnson (quem souber a quem me refiro terá a minha devoção eterna). 

Fiquei tão apaixonado com a música do genérico do filme que implorei semanas a fio aos meus pais que me dessem o single. Lembro-me que mo compraram numa feira (algures num dos destinos dos nossos passeios de fim de semana), já completamente desgastados com tanta insistência minha, e que a minha mãe se espantou que o disco que eu queria não era com a canção dos Bee Gees (olhei para a minha mãe com muito espanto e para os três tipos vestidos de branco e lantejoulas da capa do disco que ela tinha na mão) mas com a canção Far From Over, de um tal Frank Stallone. Claro que por essa altura eu já não me lembrava nada da música, escutada apenas uma vez no filme e nunca repetida, mas era aquela febre (de Sábado à Noite) de voltar a viver o filme através da canção.

Revi o filme na década de 90, chegando a gravá-lo em VHS da televisão, mas desgravando-o de seguida, achando que tinha sido ludibriado, porque este filme era demasiado mau para ser verdade. 

Mas o que bate forte na infância há-de bater forte para sempre, e voltei a rever o filme este fim de semana. E pode a história ser uma porcaria, os bailados terríveis e mal filmados, os diálogos serem do mais reles que alguma vez se ouviu, John Travolta cuspir as suas frases como quem tem a mandíbula deslocada e as duas belas donzelas (havia ali um curioso triângulo amoroso) não serem afinal mais do que actrizes medianas que nunca se tornaram grandes, mas o filme vai ter sempre um lugarzinho especial na minha memória. 

Googlei as duas actrizes do filme e descobri que uma delas se tornou rainha da soap opera General Hospital e a outra casou-se com o cantor Richard Marx (a da foto). 



E já notaram as cavas usadas pelo Travolta? Sim, são iguais às que Sylvester Stallone usou em Rambo II, de 1985. Provavelmente são as mesmas, visto que Stallone é o realizador deste filme e pode ter surripiado a peça de vestuário do guarda-roupa do filme.

Rated #1 in Entertainment Weekly's Top 25 Worst Sequels Ever Made (2006).

O que aconteceu a cada um dos Marginais de Coppolla?



Cliquem aqui e depois seleccionem a fotografia de cada um dos actores, para uma foto then & now e um curto historial de carreira
Jonathan Brandis

Comecei ontem à noite a ver o telefilme It, de 1989, que tinha como estrela este jovem, que reconheço de inúmeros filmes (A História Interminável II, O Padrasto 2, Ride With the Devil (Ang Lee) e Harts War (Greggory Hoblit) e séries (SeaQuest, Blossom, Crime Disse Ela, Chefe Mas Pouco, Full House, As Teias da Lei, Sledge Hammer). 

Apeteceu-me ver como estaria a cara dele hoje, se teria os mesmos traços de menino ou ficara feio como Macauley Culkin, e quem ficou branco como a cal fui eu ...

Jonathan Brandis suicidou-se por enforcamento aos 27 anos de idade, em 2003, precisamente no ano em que realizou o seu primeiro filme (The Slainsville Boys, 2004), pondo termo à vida antes do filme chegar a ser exibido. Enforcou-se com uma corda de nylon, tendo visitas (amigos) na sala ao lado. O filme tem uma pontuação de 8.8 no IMDb.

Na autópsia foi estabelecido que não tinha drogas no organismo e apenas um nível de alcoól de 0, 03%. Estava lúcido quando decidiu pôr termo à vida.

E então, o que há para fazer esta noite?

profiler 1996-1999 - who is jack-of-all-trades?




Alguém se lembra desta fabulosa série policial com Ally Walker e Robert Davi, que pertenciam a uma inventada Violent Crimes Task Force do FBI? Samantha Waters era uma profiler que tinha percepções quando tocava ou via objectos usados nos crimes, assim como o protagonista da série Millenium, de Chris Carter?

Nessa série fantástica, havia um vilão recorrente, que se intitulava Jack-Of-All-Trades, o qual infernizava a vida da protagonista, que nunca conseguia apanhá-lo. Esse personagem obscuro era sempre mantido nas sombras, só sendo visto de relance, desfocado, ou em close-ups dos lábios ou olhos.

Apenas na terceira temporada da série ele foi totalmente visível, ao fazer-se passar pelo sheriff de uma terriola. Recordo-me muito pouco dessa terceira temporada, que julgo ter sido transmitida pela TVI a horários noctívagos, e não tinha até há momentos ideia de quem fosse o actor que representava o misterioso Jack-Of-All-Trades. Lembro-me de, durante as primeiras duas temporadas, tentar imaginar quem seria ele, sem conseguir juntar os pedaços de imagens.

No final da semana passada, decidi assistir a um telefilme (também disponível em versão minissérie) baseada no livro de Stephen King It, realizada em 1990, sobre um grupo de seis amigos que derrotam um monstro enquanto crianças e regressam em adultos para concluir a tarefa. Sofri imenso durante as três horas de duração do filme, mas obriguei-me a aguentar penosamente o sacrifício porque, para mal dos meus pecados, se começo a ver um filme e tenho curiosidade em saber como acaba, sou incapaz de abandonar o projecto a meio. 

Hoje, decidi rever a segunda temporada de Profiler, que não é tão boa como a primeira mas é melhor do que a terceira, e ainda não tinha Jack-Of-All-Trades feito mais do que dar alguns passos e a sua voz se fez ouvir da figura desfocada e eu tive a certeza de ter adivinhado finalmente quem era o actor. 

Alguns minutos de IMDB mais tarde, começando pelo filme It e investigando os actores pelo rosto, coloquei Dennis Christopher como o tão afamado assassino misterioso. Concluí o processo pela confirmação no currículo do senhor. Qual FBI qual quê, o Anjo de Rapina está sempre atento, mesmo que leve anos a surgir uma pista que despolete o motor de busca. Case closed.