Monday, April 27, 2009

the crow: actors


O papel principal no filme O Corvo, de 1994, primeiro foi oferecido a River Phoenix e a Christian Slater, que o recusaram, antes de chegar às mãos de Brandon Lee.

O culto não teria sido o mesmo.

Mas talvez River Phoenix morresse na mesma.

the sweeney



Estava precisamente a ver o episódio-piloto da série The Sweeney (1975-78), quando me deparei com o verdadeiro nome da Brigada, cuja alcunha é que era Sweeney. A Brigada era The Flying Squad, e a alcunha The Sweeney vinha do ... one and only ... Sweeney Todd. 

A razão da alcunha vem, infelizmente, da pouco inspirada rima de calão entre "Todd" e "Squad". E o próprio nome da brigada é desinspirado, já que a brigada tratava de assaltos armados e crimes violentos, mas deslocava-se em automóveis. Daí que Flying Squad não fosse grande termo. A menos que quisesse dizer apenas que eram rápidos, "vinham a voar." 

Foi a primeira série inglesa a mostra os polícias como seres humanos com qualidades e falhas, não se importando em contornar ou mesmo quebrar a lei para fazerem o seu trabalho e apanharem o vilão. A série tinha um grande pendor para a acção em vez de diálogo. 

O episódio-piloto é considerado um filme da Armchair Cinema (porque ainda não se sabia se despoletaria numa série), tinha 76 minutos e não funcionou como primeiro episódio da série. Curiosamente, o actor que representou o vilão do filme reaparece como vilão no primeiro episódio da terceira temporada, mas com um personagem diferente.

Em 1977 e 1978 foram realizados dois filmes com os personagens e actores da Série, Sweeney! e Sweeney 2, respectivamente.

O nome do actor Ray Winstone está associado à recriação da série para o grande ecrã, agendada para 2009, e a ser realizada por Nick Love.

thames television



Ainda me lembro de quando o logotipo com a montagem dos monumentos londrinos e o seu reflexo era sinónimo de qualidade das produções britânicas Thames Television.

Actualmente é apenas sinónimo de que o mais provável é que estejamos a ver um programa dos anos 70 ou 80...

E há uma razão para isso. A companhia funcionou apenas entre 1968 e 1992, tendo sido comprada pela americana Freemantle Media.

Séries famosas produzidas pela Thames : Benny Hill, The Avengers, Monty Python's Flying Circus, The Sweeney e Quatermass.

michael t. wyss

E N T E R

o actor Michael T. Wyss, mais conhecido pelo papel de Jared, the great Pretender, também é pintor, com cursos de belas artes tirados na University of Southern California, Harvard University e Otis College of Fine Art & Design.

As pinturas dele:

http://michaeltweiss.com/gallery.htm

Needful Things 1993

Max Von Sydow, na sua melhor pose professoral, quando a cidade em chamas o acusa de ser o culpado de tudo o que aconteceu, responde:

«Don't blame me. blame it on the Bossa Nova."


Day break

 
Don't smile. You have an ugly smile. People say that about you. Specially women. 

A premissa não é nova. Um polícia acusado de um crime revive o mesmo dia todos os dias, e em vez de ficar mais perto da resolução do seu problema, cada vez os problemas se multiplicam mais. 

Mas Taye Diggs aguenta a bronca e os secundários seguram as pontas. 13 episódios, mas podiam ser muitos mais. Há séries que merecem mais temporadas. 

The Avengers

Penso que toda a gente associa a série The Avengers a Mr. Steed e Ms. Peel, mas a verdade é que a actriz Diana Rigg interpretou a sua personagem Emma Peel nas temporadas 4 e 5 da série, tendo o Mr Steed tido diferentes partenaires nas restantes temporadas, sendo que na 1ª temporada o seu parceiro era um homem, Dr Keel.

The Avengers 1966 Season DVD

pormenores sobre todas as temporadas aqui

Tell Me You Love Me



Uma série de 10 episódios da HBO sobre três casais que vão à mesma psicanalista por razões sentimentais. Criada por Cynthia Mort, era para originalmente intitular-se Sexlife, e isso ainda seria mais deprimente. Foi cancelada a meio da segunda temporada.

A minha conclusão é que, no fim da primeira temporada, os casais não ganharam nada com as consultas, porque os seus problemas não foram resolvidos. aquilo foi só engonhar e engonhar, mais do mesmo acada episódio que passava, sem humor, sem diálogos inteligentes, só ronha depressiva em como nenhum casal consegue manter-se apaixonado e sexualmente activo durante muito tempo.

Como curiosidade, todas as mulheres da série se despem e os homens mostram o rabo e ocasionalmente um pénis murcho. Não há episódio sem que haja sexo entre pelo menos um dos casais, sendo que Michelle Borth aparece nua em todos os episódios. Alguns produtores ainda tentaram lançar a ideia de que as cenas de sexo não eram simuladas, mas os actores vieram dar a cara com a informação oposta. As cenas podiam ser realistas, mas nenhum dos actores teve sexo no set.

Tecnicamente, todos os episódios começam de rompante, sem genérico ou título, o qual só surge após a última cena do episódio e não tem banda sonora para além de uma canção no final de cada episódio.

Alguém viu isto? E gostou?

spandex nightmare




A parede do quarto da Nancy em que Freddy se inclina, dobrando a parede com o seu contorno, é uma tela de spandex, comprada para o efeito. O spandex era uma novidade, em 1984, um tecido elástico usado apenas em roupa de desporto feminina.

Esse é apenas um dos inúmeros efeitos especiais baratíssimos do filme Pesadelo em Elm Street, da autoria de Jim Doyle, especialista de FX. Aliás, é o rosto dele que aparece no filme, nessa cena (e não o actor Robert Englund). Outra cena em que Doyle faz de Freddy é a mítica cena da banheira em que a luva do Freddy aparece entre as pernas de Heather Langenkamp (Nancy).

- in Never Sleep Again, documentário de 2006

mestres de artes marciais ou actores que enganam?

Asiáticos:

Bruce Lee was one of the most influential martial artists of the 20th century. His movie, Enter the Dragon (1973), was one of the films that brought the genre into mainstream Western acceptance. His fame also helped popularize Wing Chun, the martial art that he originally trained in, and Jeet Kune Do, the martial art that he later created based on one's own personal preferences, applying modified techniques from various styles.

Bolo Yeung practiced martial arts from childhood, and also became a professional bodybuilder. He also starred in Enter the Dragon. His favorite martial art is Tai Chi

Jackie Chan continued this crossover during the 80s and 90s, finally conquering the US market with Rumble in the Bronx (1995) and the three Rush Hour films. He is renowned for his blend of martial arts and slapstick comedy, but has directed, action directed and starred in over 50 films of almost all conceivable genres. Despite intensive martial arts training from a Chinese opera school, he often tells people that he is an actor, not a martial artist. 

Sammo Hung was a fellow opera school student of Jackie Chan and Yuen Biao. He has directed, action directed and starred in numerous Hong Kong films, as well as playing the leading role in the American TV series Martial Law.

Yuen Biao trained at the China Drama Academy, a Peking Opera School, with Sammo Hung and Jackie Chan, and is the youngest of the three.

Jet Liwon the Chinese national wushu championships five times in a row before becoming a movie star, starting with the 1982 film Shaolin Temple. His role in Lethal Weapon 4 was the first film to gain him notoriety in the US market. 

Michelle Yeoh : A dancer turned actress. No formal martial arts training.

Zhang Ziyi : Another dancer/gymnast turned actress. No formal martial arts training.

Stephen Chow is primarily a comedian, though he has starred in many martial arts-themed films. He admits he has received very little training in kung fu, though he did learn various forms of Wing Chun by watching instructional videos on television.

Tony Jaa from Thailand is highly skilled in muay thai, tae kwon do & swordplay. É o gajo do Ong-Bak.

Chow Yun-Fat is a Chinese actor from Hong Kong, playing in mostly dramatic movies. É o gajo dos filmes do John Woo e do Tigre e o Dragão.

Sonny Chiba is a Japanese martial arts actor famous for movies such as The Street Fighter and Samurai Reincarnation.


Ocidentais:

Chuck Norris learned Tang Soo Do (tangsudo), a martial art similar to taekwondo, while in Korea as well as his 8th Dan Black Belt in taekwondo. Norris also trained with Bruce Lee. Chuck Norris created the mixed martial art, Chun Kuk Do.

David Carradine : knew nothing about martial arts until winning the lead role in the Kung Fu television series, after which he developed an interest and has become an avid practitioner. 

Cynthia Rothrock was considered "Queen of Martial arts films". She is an expert in Karate and Kobudo, as well as many Chinese martial arts.

Richard Norton an Australian martial artist who played in many Hong Kong Kung Fu cult classics, such as Millionaires Express, Twinkle Twinkle Lucky Stars & City Hunter 

Dolph Lundgren is a karate practitioner, Specializing in Kyokushin, Goju-Ryu, Taekwondo, and Judo.

Jean-Claude Van Damme practiced karate, lightkick and Ballet in Europe.

Mark Dacascos won many karate and kung fu championships between the ages of 9 and 18.[1] He gained international recognition for his role in Brotherhood of the Wolf (which became the second-highest-grossing French-language film in the United States in the last two decades[2]) . 

Steven Seagal is a 7th Dan Black Belt Aikido instructor. As well as having exceptional skills in Karate, Judo and Kendo.

Wesley Snipes is a highly skilled practitioner of Karate and Capoeira. As well as different types of Kung Fu

Jason Statham is from England and has worked alongside Jet Li in films such as The One and War.

Michael Jai White is a professional martial arts master in numerous styles specializing in Kyokushin, Goju Ryu, Kobudo, Tang Soo Do, ITF and WTF Taekwondo, Shotokan, and Wushu

Scott Adkins is martial arts practitioner from England ,specializing in Judo, Tae Kwon Do, Wushu, Jujutsu, Gymnastics and Kickboxing extensively in which he showcased his skills in Undisputed 2: Last Man Standing.

Jeff Speakman Trained Kenpo with Ed Parker, Larry Tatum and others, receiving his black belt in 1984. He has subsequently obtained a sixth-degree rank in kenpo, and also currently holds a 7th-degree black belt in the Goju-Ryu Karate style which he began to study under Lou Angel starting in 1978. He heads the AKKS (American Kenpo Karate System) organization. He starred in The Perfect Weapon which is the best depiction of Kenpo techniques on film. 

Kane Kosugi is the son of martial arts film star Sho Kosugi. Born in Los Angeles, California, Kane has an extensive martial arts background in Wushu, Tae Kwon Do, Ninjitsu, Judo, Karate, and Kendo. Entrou no filme D.O.A., era o parceiro das gajas. 



Studio 60




O apresentador de um programa consagrado de sexta feira à noite decide dizer tudo o que tem a dizer sobre a maneira como as corporações gerem a televisão e lhe roubam a frescura, a espontaneidade e o gume. É uma comoção muito grande, o homem é despedido e o programa está em risco. 

Mas há uma nova executiva no pedaço que não está ali para coçar o que não tem e entra em acção, escolhendo os novos encarregados do programa, que por acaso foram despedidos quatro anos antes da mesma network e ainda guardam algum rancor.

O piloto termina ainda na noite em que começa e falta uma semana para o novo programa com a nova equipa. Terá público? Fica a questão.

Do criador de West Wing, Aaron Sorkin, chega outro drama sobre decisões importantes que têm de ser tomadas já. Agora não é o futuro dos EUA e do mundo que está em jogo, mas um programeco de televisão. Nenhum dos personagens demonstrou o menor carisma, exceptuando talvez Amanda Peet, curiosamente o nome que me fez espreitar o episódio-piloto.

Infelizmente, o ângulo do que agora se chama dramédia não me cativou e 45 minutos depois decidi que não iria ver mais nenhum episódio. A série teve apenas uma temporada (2006-2007), por isso não fui o único.

Sexy Dirty Money



Uma família milionária e um modesto advogado que odeia essa família. O pai do advogado morre em condições suspeitas e este decide aceitar a proposta de trabalho que a família milionária lhe faz. O pai dele era o advogado deles e querem que o filho aceite o legado. Ele suspeita que alguém da família possa ser responsável pela morte do pai.

Logo no primeiro episódio vemos que o trabalho do advogado é mais de mordomo ou ama seca. A família é cheia de caprichos.

Os actores garantem a curiosidade. Peter Krause, Donald Sutherland, William Baldwin e Blair Underwood.

Entre as mulheres não há ninguém de renome, a não ser Sheryl Lee que aparece no sexto episódio para substituir uma actriz que só apareceu numa cena do piloto. A pequena Elle Fanning é outra que só apareceu no piloto e foi substituída. Samaire Armstrong, uma secundária da OC, pode estar na memória de alguns.

Candys Caine merece uma nota. É uma transexual tão bonita que durante o episódio-piloto julguei tratar-se de uma bela manequim a engrossar a voz. E o William Baldwin beija-a algumas vezes. Mas ela tem muito melhor aspecto do que ele.

A investigação à morte do pai é um motor de arranque, mas não passa de um dos inúmeros fait-divers e não é tratado muito seriamente. No penúltimo episódio da 1ª temporada, o pai aparece em alguns flashbacks, interpretado por Peter Strauss. O que é um trocadilho engraçado, porque o pai de Peter Krause é interpretado por Peter Strauss.

Ao fim de dez episódios (a primeira temporada), achei a série simpática e curiosa, mas nada de transcendente. Não é uma nova Dallas. E para o título, é muito pouco sexy e muito pouco dirty. Dinheiro parece ter.

Bronson, Charles Bronson


Ah, machão. Houve um tempo em que não havia pai para ele. Era estuto, implacável e nunca se curvava. Burt Reynolds imitava-lhe o bigode e Dirty Harry estava por inventar. Antes de matar todo o tipo de escumalha nas ruas de Nova Iorque, Charles Bronson montou arraiais em França e Itália, onde foi conhecido como Le Sacré Monstre il brutto.

Nasceu Charles Buchinsky e morreu com Alzheimer. Filho de imigrantes lituanos, teve 13 irmãos e o seu pai era mineiro na Pensylvannia. Aos 16 anos, já sem pai desde os 10, também ele trabalhou na mina. 

Sérgio Leone convidou-o para todos os filmes que foram para Clint Eastwood. Bronson recusou sempre, até não poder mais e Aconteceu no Oeste.

telefon



Lee Remick - There are things you could ask me and i would, things i might, and things i will not. Killing that priest falls into category 3.

Charles Bronson - You have killed before, it's on your dossier.

Lee Remick - Oh, I'm not refusing on moral grounds...

conan trance


roselyn sanchez likes her bananas

Life season 2

- Porque é que devo ajudá-lo?
- Queres a resposta curta ou longa?
- Curta.
- Porque.
- Ok, longa.

Zabriskie Point, Michelangelo Antonioni, 1970


dollhouse



Eliza Dushku nunca esteve tão bonita. Cada vez acho que a casa dos trinta é a que melhor serve as mulheres.

A série Dollhouse, porém, tem um primeiro episódio muito pouco auspicioso. A princípio parecia prometer, precisamente enquanto sugava a sua vida ao atleticismo de Dushku, mas quando as neuroses começam, mete dó.

Uma empresa secreta usa mulheres bonitas para servirem os seus clientes, sendo que elas pouco mais são do qe robôs que sofrem diariamente lavagens cerebrais e recebem memórias falsas para cumprirem as suas missões, que podem não ser mais do que dançar a noite toda para gáudio de um ricaço qualquer... ou ajudar numa situação de rapto e resgate.

Quando põem a pobre Eliza a dizer palavras caras, ela atrapalha-se. É preciso saber servir melhor os actores. Amy Acker é outra cara que é bom rever, ainda que cheia de cicatrizes. Josh Weddon também podia ir buscar uma ou duas a Firefly. Aquela mecânica deixou-me saudades (sim, a cortesã também, mas eu prefiro grease monkeys).

dollhouse

Ao que parece, a tag line da nova série de Joss Wheddon, Dollhouse, é que as mulheres mentem e que, se queremos uma que seja sincera quando diz que nos quer, temos de lhe limpar a memória e implantar-lhe uma memória falsa. Só então ela será... verdadeira.

The Beast

Antes que escrevam o seu obituário e sem que lhe ofereçam protagonismo no cinema, Patrick Swayze decidiu fazer de duro na TV. A série chama-se The Beast, é de 2009 e ainda não tem muitos episódios para mostrar.

Para já, temos um agente do FBI duro e que quebra todas as regras para apanhar os criminosos, e o recruta que lhe foi designado e que vai ganhar respeito por ele e pelos seus métodos pouco ortodoxos.
 
No final do primeiro episódio, uns que tais dos Internal Affairs vêm instigar o recruta a tornar-se agente duplo, porque acham que Swayze é corrupto e querem construir um caso contra ele.

Já vi três episódios e os casos são simples e sem nada de especial, mas suficientemente compassados para entreterem. E no terceiro episódio entra uma lindíssima Angela Gots, no papel de Nadia, que já dera uns beijos na Olivia Wilde, lia-se Thirteen, num episódio do House.

E há a presença de Kevin J. O' Connor, o contacto de Swayze no Bureau. Adoro esse actor, ainda que aqui não o tenha visto ser bem aproveitado.

John Badham - The Beast

John Badham, um dos grandes nome do cinema de acção dos anos 80, a realizar um episódio de The Beast (o 4º episódio)?

Em reminiscências, fui descobrir ao imdb que afinal o John Badham do século XXI se tem dedicado exclusivamente ao pequeno ecrã. Um episódio aqui, outro ali, já os dirigiu de Heroes, The Shield, Standoff, Las Vegas, Men in Trees, etc.

O realizador de Jogos de Guerra, Blue Thunder, Stake Out, Bird on a Wire, A Assassina, Curto CIrcuito, Febre de Sábado à Noite, Dracula, Drop Zone e Nick of Time em trabalhos menores ... sigh...

Num assunto relacionado com a primeira frase, a quimio deve ter sido mais complicada para Patrick Swayze nessa semana, porque o actor está visivelmente mais magro desde o episódio anterior.

Citação: Fast and furious 4

She’s gotta have those kind of eyes that cut right through the bullshit… to the good in someone.  

Raising the Bar



Encolhi os ombros ao fim do primeiro episódio, mas em 24 horas vi sete episódios porque não fui capaz de parar.
É uma série de tribunal que se leva a sério apenas durante metade do tempo e balança bem casos muito simples e o dia a dia dos advogados. E é aqui que vale a pena.

Cheguei à série pela actriz Melissa Sagemiller, mas também gostei de saber o que anda a fazer Mark-Paul Gosselaar (Saved By The Bell) e a Gloria Reuben (E.R.) e ganhei uma nova favorita, Natalia Cigliuti.

A Organização


No início do filme, um agente da Interpol é envenenado com uma injecção dada numa omoplata, por alguém que passou por trás dele na rua.
No dia seguinte, o herói leva um encontrão na rua e receia ter sido igualmente envenenado. Projecta-se sobre quem lhe deu o encontrão e empurra-o contra a parede pelo pescoço. Ao aperceber-se de que se trata de uma mulher, pede desculpas, atarantado, e afasta-se.

Mas porquê esta discriminação? Uma mulher não pode ser uma assassina? Não pode injectar veneno em alguém pelas costas?

Oh sexo fraco ...

United States of Tara episódio 6

united-states-of-tara-promo
No episódio 6 da série United States of Tara - uma série criada, escrita (só os primeiros 3 episódios) e executive-produzida pela Diablo Cody (argumentista oscarizada de June) e produzida ($) por Steven Spielberg, com Toni Collette no principal papel, dei com esta gaffe:

Diz a avó sobre o neto, numa tentativa de elogiá-lo na sua adolescência introvertida: - He's become a real ladykiller.

A irmã troça do irmão: - Yeah, he's our very own - (nítida pausa de quem se esqueceu do guião) - Kevin Spacey.

Acontece que Tom Hanks é o protagonista do filme The Ladykillers. Kevin Spacey nem sequer entra nesse filme. 


Alyson vs Luana


Uma cassete de home-made porn com Alyson Hannigan? Por mais embaraçosa que possa ser esta afirmação da minha parte, a mulher na imagem parece-me a actriz porno Luna Lane ...


United States of Tara episódio 9

Keir Gilchrist as Marshall and Brie Larson as Kate in United States of Tara Season 1 episode 5

Kate, sobre o rapaz de quem o irmão gosta: I think he’s homo, because he has a bad case of gay face...

United States of Tara season 1

The United States of Tara – 1x01: Pilot

E pronto, vi a 1ª temporada de United States of Tara em quatro dias. São 12 episódios de Donas de Casa Desesperadas numa só pessoa.

Tara, casada e com dois filhos adolescentes, sofre de Quádrupla Personalidade ou, em termos técnicos, Não-Sei-Quê-Dissociativa. Desde que deixou de tomar os medicamentos, as suas diversas personalidades vão aparecendo conforme as necessidades e os momentos de stress.

O marido é o gajo porreiro e paciente, o filho é o inteligente introvertido que está a conhecer a sua homossexualidade e a filha é uma cabra de primeira que vai tendo laivos de humanidade. A isto se juntam alguns personagens secundários, como a irmã de Tara, que fez uma má plástica às mamas e um dos mamilos aponta para baixo (sim, vê-se a obra de arte), o patrão da filha (que serve à mesa numa cadeia de medium-speed-food) que é obcecado por ela e o filho do reverendo, por quem o filho se apaixonou.

A série é interessante, balançando bem o drama e a comédia, e foi criada por Diablo Cody, a stripper-argumentista que ganhou o Óscar com June (sobre uma jovem grávida fala-barato) e produzida por Steven Spielberg. A actriz Toni Collette, que já mostrou a sua versatilidade em inúmeros papeis e terá sempre um lugar no meu coração como a mãe do puto que via os mortos, é Tara.

Toni é fabulosa nas quatro personalidades de Tara e o seu corpo está um primor (no episódio 9 aparece de bikini numa piscina). OK, as mamas estão somewhat descaídas, mas nada de alarmante, é a gravidade e eu gosto. A filha também tem um corpo que não se descura, mas a cara de loirinha amuada não se aguenta (também de bikini no mesmo episódio).

No final do último episódio (12º), a série ameaça regressar em 2010, com mais personalidades. De alguma forma, não fiquei muito entusiasmado com a perspectiva. A série é curiosa, tem one liners fabulosas e situações imprevistas que nos tiram do sério (o personagem Gimme), mas não é coisa que se queira ver duas vezes. E se vão demorar um ano a lançar a 2ª temporada, provavelmente os argumentistas vão mudar e nunca se sabe se para melhor. E Toni Collette, actriz de cinema, estará disponível?